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Fórum Carvalhaes

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Conluio sóbe ao pódio das conspirações.
Esse é o título do artigo que se encontra na página do site Notícias Agrícolas, por favor leiam, tirem suas próprias conclusões, e ponderem em quem vão votar em 2010.
Wander Kliemchen  (10/11/2009 16:31)

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Safra recorde? Onde?
A safra de café que será colhida em 2010/11 na área de ação da Cooxupé será 4% inferior à anterior de ciclo cheio (2008/09), divulgou o Departamento Técnico da cooperativa que há 51 anos atua no setor cafeeiro e é apontada como maior do mundo em volume de café recebido por seus associados. Acesse www.cnccafe.com.br e confira a nota de que atua como metodologia, experiência e responsabilidade.
Wander Kliemchen  (29/09/2009 14:42)

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Última piada de mal gosto.
O Brasil vai produzir 55 milhões de sacas de café na safra 2010/2011, dizem os especuladores. Seria cômico se não fosse trágico. Convido os dissiminadores irresponsáveis dessa nota a fazerem uma visita a maior região produtora do mundo, e constatarem in loco o tamanho da bobagem que estão dizendo.
Wander Kliemchen  (28/09/2009 16:30)

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Câmbio: e agora, José (não só do café)!?
Em maio a valorização do café foi de 12% em dólares, mas, calculado em reais, o aumento foi de apenas 4%, o que justifica a preocupação do setor cafeeiro quanto a trajetória do câmbio. O valor do câmbio, no entanto, afeta não só o café, mas todas commodities e setores ligados a exportação, inclusive a nossa indústria de calçado de Franca.
Não é preciso ser economista para entender o que tem acontecido com o câmbio. Basta imaginar o dólar como um bem qualquer, cujo valor de mercado é determinado pelas condições de oferta e demanda. Se existem muitos dólares nesse mercado, sua cotação cai, ou seja, valoriza o real; se existe escassez, sua cotação sobe, ou seja, desvaloriza o real. O importador fica feliz com a valorização do real: assim, se era preciso desembolsar R$230,00 (câmbio de R$2,30) para importar um bem que valia US$100,00 em março, o desembolso hoje é de apenas R$197,00 (imaginando o câmbio a R$1,97). Para o exportador, a situação se inverte: se antes, com a exportação de U$ 100,00 em mercadorias ele recebia R$230,00 (100 x 2.30), com a mesma operação hoje receberá apenas R$197,00 (100 x 1,97). Por isso que os exportadores vêm pressionando o governo para tomar medidas visando desvalorizar o real. Num regime cambial flexível, o próprio mercado se encarrega de estabelecer a taxa de câmbio. Já países, como China, tem tomado medidas artificiais para manter o câmbio num patamar competitivo para suas exportações.
Com essas considerações, é fácil entender o processo de valorização do real.
O principal fator que contribui hoje para valorização do real é a boa imagem que se tem do Brasil lá fora. Além da consolidada democracia, o país é visto como quem fez bem a chamada “lição de casa”, justificado pelo seu equilíbrio macroeconômico, conseguido, sobretudo, com os saldos comerciais na exportação. A imagem positiva está ligada ainda aos mais de US$200 bilhões de reservas cambiais acumuladas no país. O Banco Central (BC) teve mérito na formação das reservas, inclusive por inibir ainda mais a apreciação do real. Mas deve-se destacar também que isso só foi possível com o contínuo aumento nos saldos das exportações, superando de longe as importações, levando o Brasil a ter saldo nas transações correntes (entrada e saída de dinheiro no país) bem administrável, indicador fundamental para as decisões de investimento entre países, juntamente com o saldo na balança comercial, dívida externa e inflação sob controle. Uma prova dessa boa imagem, é o IED (investimento estrangeiro direto), indicador que aponta o Brasil com um dos países a serem mais bem aquinhoados com entrada de recursos externos em 2009.
A segunda razão da valorização do real está relacionado com a própria desvalorização do dólar em relação a outras moedas (euro, ien, etc). A mídia tem dado pouca atenção para o fato de que o que está acontecendo com o dólar beneficia o próprio USA. Esse país tem um grande problema de desequilíbrio das contas externas e com a desvalorização de sua moeda se consegue dois objetivos ao mesmo tempo: favorecer as exportações e dificultar as importações. Um pouco mais de inflação, provocado pela desvalorização, poderia até lhe trazer benefícios econômicos na medida que reduziria o valor real de sua dívida pública, que aumenta de forma assustadora com a intervenção no sistema econômico (financeiro e produtivo). Um alerta importante a ser feito: uma grande expansão da dívida pública vem ocorrendo nos países desenvolvidos, o que apontaria para um período futuro, sombrio, de juros muito elevados, o que afetará o fluxo de recursos entre países e por conseqüência suas taxas de câmbio. Terceiro fator na valorização do real: o grande aumento nos preços das commodities (agrícolas e não agrícolas), ocorrido a partir de 2003, fato a ser destacado por ser responsável pelo inicio do processo de valorização da nossa moeda. Isso, aliado ao grande volume de exportação para atender a demanda chinesa, provocou uma entrada maciça de dólares no país, fazendo com que o Brasil apresentasse sucessivos saldos positivos na balança comercial, liquidando inclusive com a sua dívida externa. Na nossa opinião, preços das commodities e demanda chinesa foram os principais responsáveis por tudo de bom que aconteceu na nossa economia, por conveniência, não reconhecidos por muitos políticos.
Por último gostaria de mencionar os elevados juros internos cobrados no Brasil. Por muito tempo, fomos o campeão mundial na cobrança de juros. Ninguém discorda de que juro alto é o principal antídoto contra a inflação, mas, seria necessário impor taxas tão elevadas à sociedade para que tal objetivo fosse alcançado? Essa era dúvida de muitos analistas! Ainda mais: até que ponto os juros fixados pelo BC (tx selic) eram baseados em decisão técnica, ou eram imposição do sistema financeiro privado? Esse setor estava sempre atento às necessidades de recursos por parte do governo para cobrir juros da dívida pública. Quando se fala na relação juros/câmbio deve-se chamar atenção para o fato de que o importante não é o nível em si da taxa de juros, mas, sim, o diferencial entre esses juros e os juros praticados no exterior. Essa diferença é que faz com que os recursos migrem de um país para outro. Existe hoje corrente de analistas que questionam a eficácia dos juros altos para atrair recursos externos, sob argumento de que esses recursos não estariam sendo canalizados para aplicação em renda fixa, como foi no passado. Nesse caso, baixar juros poderia aumentar no exterior a percepção do equilíbrio nossa economia e assim até contribuir para entrada de mais recursos em dólares. Como o BC aparentemente é partidário dessa corrente, foi uma surpresa para o mercado financeiro a redução da tx Selic de 10,25% para 9,25% decidida na última reunião do Copom (dia 10/06). Descontada a inflação, esses de 9,25% poderão propiciar rendimento real em torno de 5% a.a., expondo claramente a absurda tx de administração de 3% cobrada por alguns fundos ( por ex., renda fixa), não percebida quando as Selics eram muito elevadas. Essa distorção ficará mais evidenciada nas reduções futuras da taxa referencial. Não seria essa também a razão (e não a inflação) pela qual os bancos quase sempre foram contra a redução da Selic?
Frente a essa realidade, o que se pode fazer? Dificultar por exemplo, a entrada de recursos com fins apenas especulativos? Sem poder de decisão, só resta aos agentes econômicos privados tomarem medidas visando o bom gerenciamento de suas atividades, o que pressupõe combinação racional dos fatores produtivos que leve a um menor custo de produção sem sacrifício da qualidade. É um desafio ao real forte. Câmbio valorizado e desenvolvimento, faz lembrar as lições da história econômica: Japão e Alemanha, no passado, aumentaram em muito sua participação no mercado mundial, mesmo com suas moedas valorizadas. Eficiência produtiva, era o segredo.
É evidente que se deve exigir do governo a contrapartida. E o leque de reivindicações é grande. As opções criadas, para redução de riscos na comercialização do café, já é um avanço. Mas queremos insistir na questão da taxa de juros no sistema econômico como um todo. Além de inflação, a política de juros deveria de se preocupar (e se somar) também com o esforço contra cíclico que se vem fazendo no Brasil para atenuar os impactos da crise mundial sobretudo sobre o emprego. Além disso, o Brasil está entre os primeiros países a saírem da crise, o que justifica deixar as estruturas produtivas e de serviços bem preparados e calibrados para esse momento. A produção de café (e toda cadeia), particularmente afetada por juros altos, por ser atividade capital intensivo. Não esquecer também que o Brasil é o país que mais tributa suas atividades produtivas.
Luiz Moricochi
Eng. Agr., pós graduado em economia (USP)
Associado da Cocapec
Luiz Moricochi  (17/07/2009 14:22)

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Ridículo
Leilão adiado por tempo indefinido, sem previsão para nova data. O jeito é por o nariz de palhaço, porque esse papel nós produtores infelizmente estamos protagonizando. Srs. O CAMPO NÃO ESPERA, A SAFRA PRECISA SER COLHIDA E NÃO PODE SER ENTREGUE A PREÇOS RIDÍCULOS.
Wander Kliemchen  (23/06/2009 21:17)

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OBSERVAÇÕES A RESPEITO DO TRANSPORTE...
ALGUMAS OBSERVAÇÕES A RESPEITO DA REGULAMENTAÇÃO DO TRANSPORTE DOS TRABALHADORES RURAIS NO ESTADO DE MINAS GERAIS. A cafeicultura desde 2002 está em crise. Os custos de produção de café aumentaram muito e os preços da saca de café não se alteraram. A cafeicultura é muito importante na geração de divisas e empregos no Estado de Minas. No Estado, são gerados em torno de 3.500.000 de empregos diretos e indiretos. A cafeicultura é sem dúvida nenhuma, disparadamente, o maior empregador no Estado e é segunda fonte de divisas, perdendo apenas para o setor de mineração. O setor que, além de produzir riqueza tanto para o Estado de Minas assim como o Brasil, emprega uma massa de pessoas sem nenhuma qualificação. Diante de tantos dados positivos, é impressionante a falta de sensibilidade das autoridades constituídas para com o setor no Brasil. Se já não bastassem as várias exigências trabalhistas e ambientais, mais ideológica que técnica, o setor está cada dia mais penalizado, e se vê a todo o momento sendo imprensado e se tornando cada vez mais inviável. Nada contra, que as pessoas que trabalham no campo serem respeitados e tenha seus direitos garantidos. O que impressiona, é que, as leis são generalistas, sem critério, sem um mínimo de bom senso. As nossas autoridades não têm conhecimento da realidade do campo. No caso da regulamentação do transporte de trabalhadores, especificamente no caso da cafeicultura, as exigências chegam a ser uma excrescência. A estrutura fundiária das propriedades produtoras de café é caracterizada principalmente por propriedades pequenas. Como pode ser observado no quadro abaixo, 71,39 % das propriedades tem no máximo até 50 há. Quadro 1. Estrutura Fundiária da Cafeicultura no Estado de Minas Gerais ÁREA DAS PROPRIEDADES PORCENTAGEM DE PROPRIEDADES Até 10 ha 31,47% De 11 a 50 ha 39,92% Acima de 50 ha 28,47% Total 100,00% Fonte:EMBRAPA, 2002 (Média do período em que foi responsável pelos levantamentos de safras) Exigir que um pequeno produtor de café na atual conjuntura adquira ou alugue um ônibus e o regularize junto ao DER-MG, para trabalhar um ou no máximo três meses para transportar colhedores de café, sem dar um tempo e ou oferecer condições para que o produtor se adéqüe é uma falta de respeito para com o produtor e falta de conhecimento da realidade do campo. O tratamento dispensado para o produtor rural no Brasil pelas autoridades deixa claro que a sociedade brasileira atual tem internalizado em sua maneira de ver o produtor rural, somente com adjetivos negativos, assim, o produtor é um chorão sem razão, um explorador, um destruidor da natureza, ..., ou seja, um bandido. È só observar as maravilhosas e de excelentes qualidades, e em ótimos estados de conservação, as estradas rurais do Estado de Minas, que se conclui que elas oferecem as melhores condições para trafegarem veículos grandes e caríssimos. Se as estradas pavimentadas são uma excelência em qualidade, imaginem então a qualidade das estradas rurais, que são de responsabilidades das prefeituras, muitas delas sem dinheiro até para pagar os salários dos servidores. Outro aspecto a ser considerado, é que, o caminhão além de servir para transportar as pessoas, servia também para fazer outros transportes fora do período da colheita e que para dirigir ônibus a carteira de motorista tem que ser a carteira D. Há de considerar também que o transporte dos colhedores ocorre na maioria dos municípios produtores de café, a partir das sedes dos municípios, cidades pequenas, numa distância de no máximo 10 a 15 km e os veículos são obrigados a se deslocarem a uma pequena velocidade, em razão dos enormes buracos, costelas e valetas existentes nas estradas rurais. Como já dizia o Eng. Agrônomo Lauriston Pousa Bicudo em seu livro Agronomia e Ecologia, editado em 1982 pela EDITORA AGRONÔMICA CERES LTDA em São Paulo, o Brasil deveria se chamar “LIZARB”. Diante disso tudo, chega-se a conclusão que o digníssimo autor do livro acima citado tinha razão. Carlos Eduardo de Andrade Eng. Agr. MS. E. Rural CREA 38185/d Rua Geninho Lentine 210 apto 401 B. Centro CEP 36.570.000 Viçosa MG Tel 0XX3138991704 e 0xx3198479713 Email: ceandra@ufv.br
Carlos Eduardo  (11/05/2009 16:11)

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PARTICIPEM!!!!!!
No dia 16 de março nós cafeicultores gostariamos de contar com o apoio de todos os segmentos da sociedade, porém especialmente dos produtores passando por todo segmento da enorme cadeia, entre eles venderores de insumos e equipamentos até corretores e exportadores, além de todos aqueles que de forma direta ou indireta se relacionem financeiramente com o café. Contamos com o seu apoio. Caso não for possivel vossa ilustre preseça acesse o site www.soscafeicultura.com.br e deixe a sua assinatura.
Wander Kliemchen  (12/03/2009 15:54)

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CONVOCAÇÃO
A MARCHA PARA O CAFÉ SERÁ REALIZADA NO CENTRO DE VARGINHA ÀS 10:00 HORAS DO DIA I6 DE MARÇO.
Wander Kliemchen  (12/03/2009 11:23)

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SOS Cafeicultura.
Para mudar esse panorama nos precisamos nos unir, acesse o site www.soscafeicultura.com.br, e deixe a sua assinatura eletrônica dando a sua voz ao movimento.
Wander Kliemchen  (09/03/2009 13:53)

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Oferta versus demanda
O sentimento que está tomando conta do mercado é de que os países importadores estão formando os seus estoques de passagem, diante do provável défict de café para o ano-safra 2009/2010, e o maior produtor mundial de café, o BRASIL, fica de braços cruzados, sentado em berço esplêndido. Será que teremos que importar o café que nós exportamos? Se mantivermos o mesmo volume de exportação e de consumo do ano anterior nós, pobres consumidores brasileiros, iremos pagar a conta e em contrapartida os mais afortunados continuarão a beber o nosso café o um custo mais baixo (europa, ásia, USA). Flávio Gomes Matipó-MG
Flávio  (06/03/2009 14:28)

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Cotações de Café

quarta-feira, 10 de março de 2010

 

US$/saca 60 Kg

Gráfico
  • Fino/Extra
  • Boa Qualidade
  • Duro Fraco

  • Riados
  • Rio
  • Consumo Dura

  • Consumo Riada
  • CD Finos
  • NY

Mercado físico:

10/03/2010 - Firme para os cafés finos, extrafinos e de boa qualidade e estável para os demais.


Indicador de preços OIC - 09/03/2010
- Colombian Mild Arabicas: 207,75
- Brazilian Naturals: 124,25
(US cents por libra)
Fonte: OIC - Organização Internacional do Café


cotações do café - safra 2009/2010
Cafés Físico Fech. Mín. Máx.
Fino/Extra 10/03/10290,00300,00
Boa Qualidade 10/03/10280,00290,00
Duro Fraco 10/03/10260,00275,00
Riados 10/03/10245,00255,00
Rio 10/03/10225,00240,00
Consumo Dura 10/03/10235,00245,00
Consumo Riada 10/03/10220,00225,00
CD Finos 10/03/10300,00315,00
por saca 60,5 kg - tipo 6 para melhor (em R$) Fonte: Carvalhaes
Cotações da bolsa de Nova York (CSCE)
contrato fech. U$ var. R$
MAR10 10/03/10 130,50 25  306.24 
MAY10 10/03/10 132,75 311.52 
JUL10 10/03/10 134,45 315.51 
SEP10 10/03/10 136,10 319.38 
DEC10 10/03/10 138,05 -10  323.95 
MAR11 10/03/10 139,75 -10  327.94 
U$ cnt / Lb - R$ / saca 60 kg (contrato C)
Cotações da bolsa de São Paulo (BMF)
contrato fech. U$ var. R$
MAR10 10/03/10 162,40 288.10 
MAY10 10/03/10 165,00 25  292.71 
JUL10 10/03/10 159,00 282.07 
SEP10 10/03/10 157,80 80  279.94 
DEC10 10/03/10 160,80 110  285.26 
por saca 60,5 kg
Cotações da bolsa de Londres (LIFFE)
contrato fech. U$ var. R$
MAR10 10/03/10 1.208,00 -11  2,139.37 
MAY10 10/03/10 1.233,00 -12  2,183.64 
JUL10 10/03/10 1.267,00 -13  2,243.86 
SEP10 10/03/10 1.300,00 -12  2,302.30 
por tonelada - café robusta
cotações do câmbio
moeda un valor data
Dólar Com. R$ 1,7710 10/03/10
Euro US$ 1,3606 09/03/10